segunda-feira, 14 de março de 2011

"Vocês alimentam a vaidade e se esquecem de que o inferno nunca enche!"
"Matamos o tempo mas o tempo nos enterra!"
"Não há nada que esteja só, nada pode estar em completa solidão: o que existe necessita de outro para ser."
"Onde você estiver, é sempre um início. é por isso que a vida é tão bela, tão jovem, tão virgem."

segunda-feira, 7 de março de 2011

Eu quero poder usar a roupa que eu quiser e falar o que eu quiser, ouvir a música que eu quiser e ser quem eu quiser sem ninguem dar opinião.
Eu quero acabar com o preconceito, e escrever o conceito que eu tenho sobre viver.
Letícia Mendes Caetano

sábado, 26 de fevereiro de 2011

E depois de uma tempestade e uma noite fria o Sol surgia.
Com todo seu brilho, luz e calor.. Aparecendo como se a chuva e as
nuvens escuras nunca tivessem existido, mais bonito, mais alegre,
mais colorido, mais feliz...
Tanta coisa havia mudado em tão pouco tempo. As nuvens foram
embora e ela tinha a sensação de que passaram como um furacão,
velozes, devoradoras, mas que quando vão embora não deixam
mais que poeira e só!

O frio na barriga tomava conta de toda menina, era só saber que ele
estaria chegando e a tremedeira começava. Era como se seu cérebro
não controlasse mais seu corpo, como se nada mais importasse além
daqueles braços, aqueles abraços..
E como o amor podia voltar tão rápido? E será que é amor? Ou o que
ela achava que sentia antes do Sol que não era amor?
Se é amor ou não, ela só sabe que ele é seu raito de luz!
E então anoitecia e ele se ia.. E a saudade, que nunca ia embora,
ivadia todos os pensamentos..
A menina, mesmo sozinha em casa, ouvia a música que eles ouviram juntos,
olhava as fotos dele como uma tonta apaixonada.. Mas este é um dos dons do
amor não? Nos deixar tolos.. E ela se sentia única e feliz, ele só fazia bem!
Que mal teria?
Ela sabia que, assim como ela, em algum lugar não muito distante, ele estava
agarrando o travesseiro, sonhando com o tempo em que estiveram juntos e
contando os minutos para encontrá-la de novo.
Era uma felicidade pacífica, daquelas que não causa danos, vem de mansinho
amolecendo o coração, chega quietinha.. E quando agente vê não quer mais
desgrudar.. ! Dispara o coração, mas não faz com que ele saia do peito e se
machuque, mas exige que ele salte, arrisque, que sinta! E meu Deus como
é bom sentir!
Depois de uma semana exaustiva, ela ia dormir tranquila, afinal, ele fora
sincero quando dissera que ela é especial e não terminaria veloz como um
mês..
Quando ele não estava aquecendo o corpo dela, só o travesseiro sabia quanto
amor (?) ela tinha pra dar..!


 

" Essas alegrias violentas têm fins violentos.
Falecendo num triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consomem.."

(Romeu e Julieta, ato II, cena VI)